A Seleção Espanhola iniciou neste 1 de setembro um novo ciclo, uma nova Era como a imprensa daqui gosta de enfatizar. Em julho Vicente del Bosque deixou o comando da Fúria e Julen Lopetegui assumiu. Sem toda a experiência de Del Bosque, Lopetegui chegou para dar novos ares a uma seleção que já conquistou tudo, mas que nos últimos torneios tem deixado a desejar.

O primeiro compromisso da nova Espanha e de Lopetegui foi contra a Bélgica, um amistoso que deveria ter acontecido em novembro de 2015 mas foi adiado devido aos ataques terroristas. Uma Bélgica que também estreava novo técnico, o espanhol Roberto Martínez. Para este encontro, e também para o início das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, Julen Lopetegui convocou 11 jogadores diferentes da última convocatória de Vicente Del Bosque. Deixou de fora Iker Casillas e voltou a convocar Diego Costa.

Julen Lopetegui, novo técnico da Espanha
as.com

 

No primeiro teste, Lopetegui escalou este time titular: De Gea; Carvajal, Piqué, Ramos, Alba; Thiago, Busquets, Koke; Vitolo, Morata e Silva. Já no início da partida, Álvaro Morata sentiu e acabou deixando o campo – de acordo com a Federação é apenas um golpe. A Seleção deixou boas sensações. Teve 63% de posse de bola, foi rápida no toque de bola e dominou a Bélgica durante todo o jogo. David Silva, outro dos dois gols da Espanha, foi um dos melhores da partida. Diego Costa, que entrou depois que Morata se lesionou, também deixou boas sensações, coisa que não havia conseguido até aqui nos 10 jogos anteriores.

Os 2×0 no placar deixam Lopetegui respirar, mas mais do que o resultado o trabalho do novo técnico agradou os espanhóis que desejam voltar a ver sua seleção conquistando tudo. Na segunda-feira a Fúria inicia seu caminho rumo à Copa de 2018. Na primeira partida do grupo enfrenta Liechtenstein. lembrando que a Espanha está no grupo G com Itália, Albânia, Israel, Macedônia e Liechtenstein.

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